É uma profissão da área da saúde em que trabalha com a ocupação humana (tudo que a pessoa faz). Esse profissional tem objetivo de dar autonomia e independência às pessoas que, por doença ou acidente, estejam com dificuldade de desenvolver suas tarefas.

Legal, né?

Conheça mais sobre as possibilidades desta profissão e informações sobre o nosso curso.

Em quais locais o profissional pode trabalhar?

Escolas (universidades), presídios, casas de longa permanência (asilos), hospitais, APAES, empresas, clinicas de reabilitação (AACD, REDE SARAH, entre outros) ou atendendo em domicílio.

Como está o mercado de trabalho para esta área?

O mercado é carente deste profissional. Para se ter uma ideia, no Rio Grande do Sul existem 497 municípios e aproximadamente 900 Terapeutas Ocupacionais.

Segundo a Profa. Cláudia Colar Scolari, coordenadora do curso, o mercado precisa muito deste profissional. “Vivemos em um país que está envelhecendo, adoecendo, infelizmente a todo momento as pessoas têm suas vidas mudadas por doenças ou acidentes e este é o único profissional que trabalha com o fazer humano, desde questões relacionadas ao autocuidado até o trabalhar”.

Média salarial do profissional.

Graduados no curso e mesmo sem pós-graduação, têm se inserido no mercado com uma média salarial de R$ 2,300 a R$ 8 mil reais, com o máximo de 30 horas semanais, por local trabalhado. Clínicas de reabilitação tem pago R$ 2.300 para 20 horas; prefeituras fazem concursos e pagam salários conforme a demanda da região. Gramado, por exemplo, abriu um edital para 30 horas com salário de R$ 5 mil reais, já prefeituras de cidades maiores pagam mais de R$ 7 mil reais, outras R$ R$ 2.500, também 30 horas. O que não faltará será colocação no mercado.

Estágio obrigatório.

Aqui na FSG temos 3 semestres de estágio e nossas diretrizes curriculares nacionais exigem o estágio curricular, assim como organizamos para que os alunos nas disciplinas possam  assistir práticas ou as realizar nas disciplinas.

Áreas que o Terapeuta Ocupacional pode atuar.

Crianças, adolescente, adultos e idosos, nas instâncias sensoriais, motoras (lesões neurológicas ou periféricas), cognitivas, doenças hereditárias degenerativas ou não, doenças adquiridas (oncologia, diabetes, entre outras). Pode trabalhar também nas áreas sociais (comunidades, presidios, NASFs), em escolas (adaptação e inclusão para deficientes ou pessoas com problemas psicossociais), e em empresas (reabilitação profissional, compondo a equipe de saúde e trabalho).

Existe ligação entre a terapia ocupacional e a psicologia ou fisioterapia?

Tanto o fisioterapeuta quanto o psicólogo são profissionais importantíssimos na parceria do terapeuta. Mas, vale diferenciar as atividades de cada um:

O fisioterapeuta trabalha o ‘motor’ do sujeito em prol do movimento, tentando trazer este movimento o mais próximo do “normal” possível. O psicólogo, através de seus conhecimentos sobre a ‘psique’, busca na subjetividade do sujeito o que pode o estar atrapalhando.

Já o Terapeuta Ocupacional trabalha o movimento em prol do ‘fazer’ da pessoa, atento a suas ocupações e adaptando para que possa fazer as atividades (comer, tomar banho, escovar os dentes, usar o banheiro, tomar conta de sua rotina, inclusive trabalho se for o caso).

Características de quem cursa Terapia Ocupacional.

Para ser terapeuta ocupacional é necessário gostar de pessoas, de biologia, anatomia, ter empatia, ser sensível às problemáticas e querer fazer diferença na vida das pessoas que por qualquer motivo estejam impedidos de se colocarem ocupacionais, autônomos e independentes.

 

Não é uma profissão incrível? Não espere mais: faça a sua inscrição e venha estudar com a gente 😉

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