FSG e Ministério Público Federal iniciam projeto com a comunidade

O convênio entre a FSG e o Ministério Público Federal (MPF/RS), firmado no fim de 2015, promete render bons frutos à sociedade. Nesta terça-feira, 26 de abril, estudantes e professores estiveram em reunião com o procurador da República em Caxias do Sul, Fabiano de Moraes. O encontro deu início às atividades de dois projetos: um voltado aos imigrantes e refugiados em Caxias do Sul, liderado por estudantes de Direito e Relações Internacionais; outro direcionado à inclusão de pessoas com deficiência, capitaneado por alunos de Arquitetura e Urbanismo e Terapia Ocupacional.

Este é o primeiro convênio nestes moldes firmado entre o MPF/RS e uma instituição de Ensino Superior no Rio Grande do Sul. Conforme o coordenador de Graduação da FSG, Marcos Paulo Quadros, o encontro no MPF/RS é a segunda atividade da parceria. A primeira foi a organização dos grupos de estudantes interessados em participar do projeto. Agora, a ideia é dar os primeiros direcionamentos para que os alunos comecem a atuar.

O que será feito

O grupo voltado ao atendimento para imigrantes fará uma pesquisa para colher as principais demandas desse público. O diagnóstico embasará um planejamento de ações, com objetivo de desenvolver gradualmente a autonomia dos imigrantes. Outros serviços da FSG, como atendimento odontológico e de outras áreas da saúde, oficinas de empreendedorismo e aulas de português para estrangeiros também estão previstos.

A linha de atuação em prol da acessibilidade pretende realizar um mapeamento da área central de Caxias do Sul, verificando a aplicação da Lei Brasileira de Inclusão e eventuais problemas. O projeto também abrange análise de prédios públicos e de acessibilidade no transporte público. A ideia é gerar um relatório com as principais demandas e sugestões de correção. Ainda nesta linha, grupos dos cursos de Comunicação Social e Inovação e Tecnologia pretendem desenvolver soluções digitais para a comunidade.

Ao longo das próximas semanas, as equipes irão elaborar questionários e contatar entidades para iniciar os diagnósticos. Novas reuniões com o MPF/RS foram agendadas para maio.


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