Palestra sobre Extensão Universitária abre Congresso na FSG

O IV Congresso de Pesquisa e Extensão da FSG começou na noite desta terça-feira, 4 de outubro, e segue até a quinta-feira, com apresentações de trabalhos acadêmicos e oficinas. O evento trouxe o doutor em Administração Sergio Luiz Lessa de Gusmão para a palestra de abertura, que tratou da importância da extensão na formação superior.

Gusmão dividiu sua fala em dois momentos: uma explicação sobre extensão universitária e uma partilha sobre suas experiências na PUC-RS, onde atua como Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Universitários. Conforme o doutor, a FSG tem o porte necessário para desenvolver muitas atividades de extensão, que junto ao ensino e à pesquisa formam a essência do Ensino Superior.

– É preciso identificar, ir em busca, mapear essa atividade. O Centro Universitário faz muito mais do que as pessoas conhecem. Pela minha experiência, posso afirmar que em cada canto há alguém fazendo alguma atividade extensionista. É fundamental identificar isso para mostrar o tamanho da instituição e orientar o planejamento estratégico, a organização dos cursos e a reorganização curricular – atesta o especialista.

Foto: Luciane Modena

Como participar

Segundo o professor, foi-se o tempo em que a sala de aula era espaço suficiente para a formação universitária. Atualmente, essa formação ocorre além dos muros das instituições de ensino.

– À medida em que o estudante tem contato com o que acontece fora da instituição, por meio da atividade extensionista, mais qualificada será a sua formação. O aluno poderá conhecer mais sobre o mundo que o cerca e identificar oportunidades até então desconhecidas, como possibilidades de emprego, projetos e complementação de renda – defende.

A rotina dos estudantes, que envolve, em sua maioria, trabalho e estudo, pode interferir no envolvimento em atividades extraclasse. Quanto a isso, Gusmão afirma:

– Todos têm tempo. A criatividade é que vai ajudar nisso. O aluno pode desenvolver projetos dentro de sala de aula. Hoje, as empresas vêm até as instituições de ensino para buscar parcerias. É preciso ser criativo e encontrar soluções, criando projetos de forma sustentável – relata.